PRIMER FORO INTERNACIONAL Mujeres Indígenas, Compartiendo Avances para Nuevos Retos
Vai acontecer de 13 a 16 de abril de 2008, o PRIMER FORO INTERNACIONAL Mujeres Indígenas, Compartiendo Avances para Nuevos Retos em Lima, Peru.
Algumas mulheres Indígenas do Brasil estarão presentes representando suas Organizações, mas
não tivemos acesso aos nomes de todas.. Soubemos que Graça Tapajós da Coiab, Mirian Terena do Conami, Conceição Feitosa da Apoime estarão no Fórum.
A organização do Fórum de mulheres Indígenas do Peru, previamente, enviou uma Convocatória solicitando que as organizações se inscrevessem e enviassem o perfil. O GRUMIN E O INBRAPI enviaram o nome de Eliane Potiguara (para representar essas organizações) que estará oficialmente num Painel denominado Propriedade Intelectual, Conhecimentos Tradicionais e Biodiversidade. O INBRAPI, em parceria com várias organizações indígenas e entidades, acaba de realizar o Caucus Indígena Internacional sobre o tema (abril 2008)/Brasília, reunião preparatória à Conferência da COP-9 sobre Biodiversidade. As organizações e pessoas filiadas ao Inbrapi participaram ativamente das oficinas regionais (Norte, Sul, Leste e Nordeste e Centro-Oeste) em todo o ano de 2007 e 2008 que tratou da Consulta Publica Nº 2 do CGEN/Ministério do Meio Ambiente. Tudo isso legitimado pelo Projeto Eg To Jykrén.
O Inbrapi, através da jovem indígena Dra. Fernanda Jófej Káigang, está há anos estudando o tema e participando do processo local, estadual, nacional e internacional. A escritora e poeta Eliane Potiguara, 57 anos, diretora de Comunicação do INBRAPI e diretora-Executiva do GRUMIN vai apresentar um PPS intitulado “Mulheres na Construção e Preservação, da Cosmologia Indígena”, numa linguagem popular, baseado nas discussões sobre medidas para coibir a apropriação e uso indevido dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas e na solicitação de que o Estado crie e implemente as leis nacionais, assegurando os direitos humanos dos povos indígenas, segundo o artigo 22 da CDB ( Convenção da Biodiversidade Biológica). A apresentação está marcada a princípio, para o dia 14 de abril de 2008, no Painel Propriedade Intelectual, Conhecimentos Tradicionais e Biodiversidade. Concluído o Fórum, o Inbrapi e Grumin disponibilizarão o material na Internet através dos sites organizacionais.
Os temas serão:
1-Globalização e Mulheres Indígenas
2-Território, Meio ambiente, recursos naturais e efeitos do câmbio climático.
3-Propriedade Intelectual, Conhecimentos Tradicionais e Biodiversidade.
4-Comunicação e Tecnologia da Informação.
5-Reforma da ONU: Processos de Paz e Segurança do Mundo.
6-Mulheres Indígenas e Direitos Humanos
7-Racismo e Descriminação.
8-Saúde Sexual Reprodutiva e Prevenção da Aids.
9-Gênero, Cultura, Violência e atribuições das defensoras dos Direitos Humanos.
10-Educação Intercultural: Acesso, indicadores e qualidade nas políticas educativas para a infância.
11-Oportunidades Educativas Interculturais para as Mulheres Indígenas.
12-Economia e Mulheres Indígenas: Onde está o Dinheiro para as Mulheres?
13-Políticas contra a pobreza, acesso a créditos e iniciativas de Mulheres Indígenas
Outros temas serão também debatidos.
Informa grumin/rede de comunicação indígena
on 14 de Abril de 2008 @ 01:08
O universo dessas eternas pajés está sendo visto com responsabilidade. Com certeza aprenderemos muito mais com elas. Cabe a todos nós preservarmos os bens imateriais desse povo como também a sua própria existência. Respeito mútuo.
on 20 de Abril de 2008 @ 18:51
Espero que o fórum tenha sido proveitoso e que a luta das mulheres indígenas atinja proporções mundiais. Todas as mulheres esperam soluções urgentes.
Conheci o site e o blog somente hoje através da leitura da poesia de Eliane Potiguara divulgada no blog do Daniel Munduruku. O trabalho é de formiguinha mesmo e, com certeza,vou particicipar.
Abraços.
on 2 de Agosto de 2008 @ 22:33
Malva Malvar está sendo uma hipócrita! Respeito não faz parte do seu vocabulário nem das suas atitudes. Porque defender algo que não conhece, nunca sentiu de perto como é sôfrega a luta dessas “mujeres”. Poupe-nos