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	<title>Comentários em: UM SÓ DIÁLOGO, UMA SÓ VOZ: Escritores e Ilustradores Indígenas(Um Olhar que Permanece Estancado no Ar)</title>
	<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/</link>
	<description>Notícias  sobre GRUMIN  e Povos Indígenas. A comunicação é a maior estratégia para concretizar ações!</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:29:53 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Prolan</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-48632</link>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 12:45:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-48632</guid>
					<description>ETR6zO re re re
GAV GAV</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ETR6zO re re re<br />
GAV GAV
</p>
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	<item>
		<title>por: Deusarino de Melo</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-23979</link>
		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 22:17:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-23979</guid>
					<description>Parabéns! À Eliana e a todos os escritores que dão evidência à situação dos indígenas, não só no Brasil, mas na América do Sul e em todo o planeta. Eu sou desdecente de indígenas do Pará, pois minha mãe vem de famílias indígenas de Juruti Velho. Desde criança eu sinto, no sangue, na mente, no coração, as tradições indígenas, sempre ocultadas pelos conhecedores para que não fossem divulgadas e  se tornassem de domínio público. Quem é que conhece a vaidade dos indígenas? Quem tem sapiência acerca dos fetiches sexuais das tribos? Quem entende a heterogamia na maloca? Quem entende a mulher indígena? Quem buscou saber por que o ídios apreciam estar calçados só de meias ou de meias e chinelos (hoje de Havaianas) ?  Quem verificou que esse costume passou para as populações ribeirinhas da Amazônia ou veio para lá trqazida de outros locaIs ?  Se assim não fosse, por que estariam na mesma condição de costume de uso de meias (ou calcetines) os colombianos, venezuelanos, chilenos, peruanos, portoriquenhos, barbadianos, mexicanos, povos das Guianas etc.? E aí, saber: Essa moda, se assim podemos falar, veio de lá para o Brasil ou saiu do Brasil para lá? O fato é que ela existe, mas muito pouca, pouquíssima gente sabe disso, ou se interessou por isso, e, diga-se de passagem, quando se interessou foi para fazer chacota, taxar de ¨palhaços¨e fazer críticas. Tratem de pesquisar com mais argúcia e cheguem a conclusões  verdadeiras e legítimas, capazes de desvendar muito de nossa ancestralidade emuito de nossos mitos e fantasisas sexuais, que, por via mental foram adquiridas do centro da selva e dos topos andinos por assimilação. Isto é: Um pensamento, uma idéia, um costume, é emitido, vibrado, mentalmente e vai ser assimilado, também mentalmente, por criaturas em locais até mesmo muito distantes dali, do local de emissão. É um fenômeno  natural. Faz parte da Física e também da Metafísica. Mas aqui o que interessa é pesquisar as origens dos mitos e dos costumes desconhecidos de nossos ancestrais indígenas, pouco conhecidos e quase nunca divulgados entre nossos contemporâneos. Feliz 2008!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns! À Eliana e a todos os escritores que dão evidência à situação dos indígenas, não só no Brasil, mas na América do Sul e em todo o planeta. Eu sou desdecente de indígenas do Pará, pois minha mãe vem de famílias indígenas de Juruti Velho. Desde criança eu sinto, no sangue, na mente, no coração, as tradições indígenas, sempre ocultadas pelos conhecedores para que não fossem divulgadas e  se tornassem de domínio público. Quem é que conhece a vaidade dos indígenas? Quem tem sapiência acerca dos fetiches sexuais das tribos? Quem entende a heterogamia na maloca? Quem entende a mulher indígena? Quem buscou saber por que o ídios apreciam estar calçados só de meias ou de meias e chinelos (hoje de Havaianas) ?  Quem verificou que esse costume passou para as populações ribeirinhas da Amazônia ou veio para lá trqazida de outros locaIs ?  Se assim não fosse, por que estariam na mesma condição de costume de uso de meias (ou calcetines) os colombianos, venezuelanos, chilenos, peruanos, portoriquenhos, barbadianos, mexicanos, povos das Guianas etc.? E aí, saber: Essa moda, se assim podemos falar, veio de lá para o Brasil ou saiu do Brasil para lá? O fato é que ela existe, mas muito pouca, pouquíssima gente sabe disso, ou se interessou por isso, e, diga-se de passagem, quando se interessou foi para fazer chacota, taxar de ¨palhaços¨e fazer críticas. Tratem de pesquisar com mais argúcia e cheguem a conclusões  verdadeiras e legítimas, capazes de desvendar muito de nossa ancestralidade emuito de nossos mitos e fantasisas sexuais, que, por via mental foram adquiridas do centro da selva e dos topos andinos por assimilação. Isto é: Um pensamento, uma idéia, um costume, é emitido, vibrado, mentalmente e vai ser assimilado, também mentalmente, por criaturas em locais até mesmo muito distantes dali, do local de emissão. É um fenômeno  natural. Faz parte da Física e também da Metafísica. Mas aqui o que interessa é pesquisar as origens dos mitos e dos costumes desconhecidos de nossos ancestrais indígenas, pouco conhecidos e quase nunca divulgados entre nossos contemporâneos. Feliz 2008!
</p>
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	<item>
		<title>por: Zare Ferragi</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-9923</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 13:36:12 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-9923</guid>
					<description>Pessoal,

Vocês sabiam que ano passado a Eliana participou de um evento importante em Berlin, respondendo a 100 perguntas propostas por pessoas do mundo todo?

Hoje as respostas estão disponíveis na Internet, eis aqui o link para uma das respostas de Eline:

"É possível ser nativo no século 21?"

Resposta:
http://www.droppingknowledge.org/bin/media/show/9509.page

Paz, paz à todos,

Zare</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Vocês sabiam que ano passado a Eliana participou de um evento importante em Berlin, respondendo a 100 perguntas propostas por pessoas do mundo todo?</p>
<p>Hoje as respostas estão disponíveis na Internet, eis aqui o link para uma das respostas de Eline:</p>
<p>&#8220;É possível ser nativo no século 21?&#8221;</p>
<p>Resposta:<br />
<a href="http://www.droppingknowledge.org/bin/media/show/9509.page" rel="nofollow">http://www.droppingknowledge.org/bin/media/show/9509.page</a></p>
<p>Paz, paz à todos,</p>
<p>Zare
</p>
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	<item>
		<title>por: Igor Calvo</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-8565</link>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 20:23:51 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-8565</guid>
					<description>La cultura es todo acto que el hombre realiza individual o colectivamente teniendo en su espíritu la representación de todos los seres que lo rodean. Desde la más sencilla comida hasta la más excelsa creación pictórica o literaria es cultura. Nuestros hermanos nativos de la amazonía  hacen de cada día un acto cultural. El amor a la tierra (Pachamama) y a 
quienes han ido transmitiendo lo aprendido desde Ella, a través de los siglos, es cultura.
Occidente tiene un verdadero universo en la creación de los pueblos amazónicos, en la enormidad espiritual de las etnias que sobreviven al exterminio de sistemas económicos neoliberales que no entienden el corazón del hombre, ni su razón de ser. 
Thiago de Mello nos lo enseña en "Los Estatutos del Hombre". Allí nuestro hermano caboclo vuelca su humanidad y su sabiduría. Esa misma sabiduría y humanidad que yo encuentro en las creaciones de Eliane Lima dos Santos  (Eliane Potiguara) portavoz de quienes -antes de GRUMIN- no podían ser escuchados. 
Yo apoyo la candidatura de Eliane al Premio Nobel de la Paz, porque con ella la paz no es una entelequia, sino un acto permanente de creación.
Felicito las reuniones de nuestros hermanos indígenas para -desde allí- fortalecen su presencia en la cultura llamada "oficial", que muchas veces se nutre de la cultura tradicional india sin que lo sepan muchos.
Mi abrazo desde la selva peruana.Vivan los "Cazadores de Cabezas", sobre todo de aquellas cabezas que sólo contienen aire, porque son racistas y no entienden nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>La cultura es todo acto que el hombre realiza individual o colectivamente teniendo en su espíritu la representación de todos los seres que lo rodean. Desde la más sencilla comida hasta la más excelsa creación pictórica o literaria es cultura. Nuestros hermanos nativos de la amazonía  hacen de cada día un acto cultural. El amor a la tierra (Pachamama) y a<br />
quienes han ido transmitiendo lo aprendido desde Ella, a través de los siglos, es cultura.<br />
Occidente tiene un verdadero universo en la creación de los pueblos amazónicos, en la enormidad espiritual de las etnias que sobreviven al exterminio de sistemas económicos neoliberales que no entienden el corazón del hombre, ni su razón de ser.<br />
Thiago de Mello nos lo enseña en &#8220;Los Estatutos del Hombre&#8221;. Allí nuestro hermano caboclo vuelca su humanidad y su sabiduría. Esa misma sabiduría y humanidad que yo encuentro en las creaciones de Eliane Lima dos Santos  (Eliane Potiguara) portavoz de quienes -antes de GRUMIN- no podían ser escuchados.<br />
Yo apoyo la candidatura de Eliane al Premio Nobel de la Paz, porque con ella la paz no es una entelequia, sino un acto permanente de creación.<br />
Felicito las reuniones de nuestros hermanos indígenas para -desde allí- fortalecen su presencia en la cultura llamada &#8220;oficial&#8221;, que muchas veces se nutre de la cultura tradicional india sin que lo sepan muchos.<br />
Mi abrazo desde la selva peruana.Vivan los &#8220;Cazadores de Cabezas&#8221;, sobre todo de aquellas cabezas que sólo contienen aire, porque son racistas y no entienden nada.
</p>
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	<item>
		<title>por: Wilson Matos da Silva</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6617</link>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 14:43:26 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6617</guid>
					<description>Parabens aos nossos representantes escritores! A escrita é uma das melhores forma de denuncia e conciencia dos leitores em  conhecer nosssos valores, concientizar-se de nossas lutas travadas diuturnamente, para a sobrevivência de nossos povos. um forte abraço a todos em especial ao meu particular amigo Daniel Munduruku "O Caçador de cabeças).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens aos nossos representantes escritores! A escrita é uma das melhores forma de denuncia e conciencia dos leitores em  conhecer nosssos valores, concientizar-se de nossas lutas travadas diuturnamente, para a sobrevivência de nossos povos. um forte abraço a todos em especial ao meu particular amigo Daniel Munduruku &#8220;O Caçador de cabeças).
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>por: Chico Canindé</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6507</link>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 16:23:01 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6507</guid>
					<description>O que falar dos falares e dizer o que dos dizeres das tantas fala que foram faladas e de tantos ditos que foram dizeres. Será que depois da supeficie da da lâmina da água existe alguma coisa? no caminho que a folha ou o corpo percorre para chegar ao fundo e bater na supeficie do fundo do lago e ser lama e ser lodo ao lado das coisas que ja se transformaram.
Não como um corpo teimoso que quer o ar e no desespero antes de estourar os pulmões quer viver na superficie pois sabe que não é peixe e por não ser peixe sabe que bomnadador não é.
O ser de nadador é perceber que a dor do nado surge como um grande amor invisivel na distancia ou ao lado onde alguem passa e não enxergamos.
Mas o que palavrear de tantos palavrares, de ser e esta na luta fecunda no defender na crença que temos nossos deuses e nossas linguas mesmo que a intolerancia de laguns tenha matado por decreto.
No snetido de sou parte molecula por molecula pedacin por pedacin naquinho por naquinho da parte que me formam sou todo e a todo momento estou no exercicio da luta pela po-Ética d's'águas e não precisamos de 'leis" para sermos cidadões destas terras de pindorama.
neste olhos agrestino de ser tão calmo no atavido jeito de ser Janduis perdido mas la no fundo inda pinica a certeza de sou parte ate que me provem ao contrario de rodar a roda na contra-mecanica do subir das águas na mataça sistematica do nosso Opora verte as aguas dos oios como se fosse das cacimbas ricahos que vem dos miolos da terra esta que chamo de matria pois que estou no mundo e não tenho patria.
Mas nos falares enquanto andares inda sei atirar de bodoque e baladeira
e digoonom e feito com madeira de Pitombeira. Sendo do eito marco e madeiro nesta terra nesta luta sou e estou de muque e garras como qualquer Arauna. Chico Canindé</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que falar dos falares e dizer o que dos dizeres das tantas fala que foram faladas e de tantos ditos que foram dizeres. Será que depois da supeficie da da lâmina da água existe alguma coisa? no caminho que a folha ou o corpo percorre para chegar ao fundo e bater na supeficie do fundo do lago e ser lama e ser lodo ao lado das coisas que ja se transformaram.<br />
Não como um corpo teimoso que quer o ar e no desespero antes de estourar os pulmões quer viver na superficie pois sabe que não é peixe e por não ser peixe sabe que bomnadador não é.<br />
O ser de nadador é perceber que a dor do nado surge como um grande amor invisivel na distancia ou ao lado onde alguem passa e não enxergamos.<br />
Mas o que palavrear de tantos palavrares, de ser e esta na luta fecunda no defender na crença que temos nossos deuses e nossas linguas mesmo que a intolerancia de laguns tenha matado por decreto.<br />
No snetido de sou parte molecula por molecula pedacin por pedacin naquinho por naquinho da parte que me formam sou todo e a todo momento estou no exercicio da luta pela po-Ética d&#8217;s&#8217;águas e não precisamos de &#8216;leis&#8221; para sermos cidadões destas terras de pindorama.<br />
neste olhos agrestino de ser tão calmo no atavido jeito de ser Janduis perdido mas la no fundo inda pinica a certeza de sou parte ate que me provem ao contrario de rodar a roda na contra-mecanica do subir das águas na mataça sistematica do nosso Opora verte as aguas dos oios como se fosse das cacimbas ricahos que vem dos miolos da terra esta que chamo de matria pois que estou no mundo e não tenho patria.<br />
Mas nos falares enquanto andares inda sei atirar de bodoque e baladeira<br />
e digoonom e feito com madeira de Pitombeira. Sendo do eito marco e madeiro nesta terra nesta luta sou e estou de muque e garras como qualquer Arauna. Chico Canindé
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: DANIEL</title>
		<link>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6497</link>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 12:48:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.elianepotiguara.org.br/2007/06/09/um-so-dialogo-uma-so-voz-escritores-e-ilustradores-indigenasum-olhar-que-permanece-estancado-no-ar/#comment-6497</guid>
					<description>Eliane, gostei muito de sua refelxão. Vc foi muito feliz em sua síntese sobre nosso encontro.
Vale acrescentar que tivemos um saldo bastante positivo, pois conseguimos que alguns editores viessem conversar conosco e "fechar" alguns trabalhos que envolverão nossos autores.
Agradecemos o apoio de todos nossos parceiros e aliados e reafirmamos nosso compromisso de pensar o Brasil a partir do jeito indígena de ver o mundo.
Um abraço
Daniel Munduruku</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eliane, gostei muito de sua refelxão. Vc foi muito feliz em sua síntese sobre nosso encontro.<br />
Vale acrescentar que tivemos um saldo bastante positivo, pois conseguimos que alguns editores viessem conversar conosco e &#8220;fechar&#8221; alguns trabalhos que envolverão nossos autores.<br />
Agradecemos o apoio de todos nossos parceiros e aliados e reafirmamos nosso compromisso de pensar o Brasil a partir do jeito indígena de ver o mundo.<br />
Um abraço<br />
Daniel Munduruku
</p>
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