UM SÓ DIÁLOGO, UMA SÓ VOZ: Escritores e Ilustradores Indígenas(Um Olhar que Permanece Estancado no Ar)

UM SÓ DIÁLOGO, UMA SÓ VOZ : Escritores e Ilustradores indígenas! (Um Olhar que Permanece Estancado no Ar)

“O olhar é como o pensamento
Alça vôo…

E lá de cima desseca teias
Desvela véus.
É o fogo que desarma a trama!
Os corpos desnudos e desacorrentados
Envergonham-se de sua intolerância!
Eliane Potiguara*

A organização indígena foi um caminho encontrado para a defesa dos direitos humanos desde a implantação das filosofias do grande líder Marçal Tupã´i assassinado brutalmente em 1983.Marçal tem sido para nós uma voz que ecoa e um olhar que permanece estancado no ar! A literatura de cunho indígena criada através do inconsciente dos seus criadores ou recontada a partir de histórias ouvidas pelos avós é altamente válida no processo de revigoração da cultura indígena.

Vale lembrar um grande pequenino livro intitulado MARÇAL GUARANI, A VOZ QUE NÃO PODE SER ESQUECIDA ,

de um grande amigo, aliado, irmão das letras e dos povos indígenas, o nobre indigenista e historiador Benedito Prezia que há mais de três décadas vem se dedicando a uma verdadeira historiografia indígena.Ele nos faz lembrar nesse livro, através das palavras de Daniel Cabixi, líder, educador e escritor, o seguinte em seu discurso num ato público de repúdio à morte de Marçal, em Dourados em 03 de dezembro de 1983:

_”Eu sou uma pessoa marcada para morrer…”, disse Marçal. E disse Daniel Cabixi: “Mas levantarão outros que terão o mesmo idealismo e que continuarão o trabalho que hoje nós começamos.”A morte de mais um líder indígena de projeção nacional leva a nós, índios, a refletir profundamente a nossa situação presente.É uma morte perigosa, a refletir e a analisar e a tirar conclusões muito preciosas sobre a luta do índio no Brasil, nos dias atuais. Porque o índio, para muitos brasileiros, é objeto de chacota, de graça, de palhaçada. Para outros o índio é beberrão, um preguiçoso, maltrapilho, vagabundo,um ladrão que não presta pra nada. Para outros, minha gente, para os que estão no poder, para a gente que têm interesses nas terras dos índios, para esses, o índio não é palhaço, não é peça de chacota. Para esses, o índio é um empecilho para o avanço de sua ganância. Esperamos contar com o povo brasileiro sofrido, como nós indígenas para mudar essa situação.”

Perguntamos: O que mudou de lá para cá? Passaram 24 anos. Você, jovem leitor, estava nascendo!

Mas quando vemos mesas de contação, como foram as do Encontro de Escritores, formadas para discutir nossos assuntos como: “História de todos nós…Contando como se conta na aldeia”: “Rito e Memória-Educando para dar sentido à vida”;”Conversas sobre a Ancestralidade da Mulher Indígena”; Educando pela arte e com a arte”, temas como esses fazem as mentes e corações viajarem pela RODA DA HISTÓRIA! Não há idade para se sonhar!

O 4.º Encontro Nacional de Escritores e Ilustradores Indígenas aconteceu entre 23 de maio a 02 de junho de 2007, abordando o Tema “Para Fortalecer Histórias e Espíritos.Aconteceu no Rio de Janeiro e foi coordenado pelo Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – Inbrapi, através do Núcleo de Escritores e Ilustradores Indígenas – NEII, com apoio da Fundação Ford.O MAM ( Museu de Arte Moderna) já tem sido nosso cúmplice nessa idéia, mas queremos também extender para a Academia Brasileira de Letras que esteve presente no Stand indígena, através do acadêmico Antônio Olinto, que em 1992 nos indicou ao Prêmio do Pen Club da Inglaterra, pelo nosso livro “A terra é a mãe do índio”.

O 4º Encontro tem sido possível graças a uma antiga articulação do Presidente do INBRAPI, Daniel Munduruku, que possui 30 livros publicados, com a FNLIJ ( Feira Nacional de Literatura Infanto-Juvenil), através da Profª. Beth Serra, uma batalhadora incansável pelas Letras em todo o Brasil.São anos de conversas e diálogos para se chegar a esse formidável momento literário realizado com ética, amor e cooperação.Os recursos são ainda muito poucos para a participação de escritores indígenas do território brasileiro.É preciso mais apoio para que se democratize a participação de todos e todas.A UNESCO, o Ministério da Cultura precisam interagir mais com essa proposta.

No entanto, o NEII (núcleo de escritores e escritores) tem traçado linhas de ações para que possa futuramente expandir essa articulação aos outros criadores literatos e ilustradores.É importante que os criadores entrem em contato conosco, apresentem suas idéias, abram seus corações.Temos dito em nossos diálogos que a leitura tem sido um caminho nobre de conscientização e fortalecimento da ética indígena.Sabemos que a tradicionalidade oral é altamente importante para os Povos indígenas através de nossos avós ou nossos ancestrais. Nossa literatura tem-se baseado nessa premissa. Com as novas tecnologias e para que não entremos num mundo globalizado aos moldes dos grandes governantes de países altamente capitalistas_onde não há espaço para as diferenças_povos indígenas têm encontrado caminhos satisfatórios para a preservação da identidade indígena.

E foi assim que aconteceu no 4º Encontro de Escritores e Ilustradores indígenas. Um público de mais de 400 pessoas viajando nas asas da imaginação. Os professores presentes participando com a historiografia indígena, pensada, criada ou recontada.Um só diálogo, uma só voz entre nós mesmos, os escritores e ilustradores indígenas!

O artista indígena tem o direito de criar sua história, assim como um pintor, um escultor que nunca reproduz a mesma obra. O escritor indígena tanto pode recontar uma lenda, como pode também criar uma história de seu universo interior a partir de suas experiências.Uma mulher tem direito a seus direitos humanos, assim como os anciãos a uma morte digna.Tudo no seu lugar.

Ouvimos alguém dizer um dia : Ah! isso não é literatura indígena. O que será então, se não pudermos contar sobre a vida de nossos ancestrais, se não pudermos recontar as belíssimas lendas de criação da vida , se não pudermos até falar das notícias que abalam o dia a dia, a vida de um ser indígena? Escrever também sobre nossos direitos humanos é fazer literatura indígena, mostrar as notícias para o mundo é fazer literatura. Tudo é literatura quando utilizamos as letras para a manifestação oral!

Segundo Daniel Munduruku “a literatura indígena se fortalece a cada ano dentro da sociedade brasileira. Ela tem se mostrado um instrumento importante para que a própria sociedade reinvente um modo novo de se relacionar com a diversidade; ao mesmo tempo tem fortalecido a identidade dos povos indígenas, inclusive como instrumento para o aumento da auto-estima, sobretudo entre seus jovens.

“Este encontro foi uma celebração pelas conquistas, um momento de leitura e denúncia da dura realidade porque passam os povos indígenas no contexto atual e, ao mesmo tempo, um momento de qualificação dos participantes para que possam enfrentar a tarefa de escrever com maior preparo, disciplina e profissionalismo, a fim de que façam do ato da escrita e da ilustração uma importante arma na luta por dignidade, autonomia e mudanças sociais para nossos povos.Houve muito respeito entre nós!”disse, Daniel.

Muitas décadas atrás falávamos para nossos companheiros indígenas, que assim como os africanos, deveríamos utilizar a cultura como instrumento de libertação.Agostinho Neto, poeta e presidente da Angola na época, reconhecia a etnicidade de seu povo quando proferiu tais sábias palavras! Angola tinha suas tribos indígenas. Outro dia, um irmão nosso índigena, reconheceu a veracidade dessa filosofia e nos disse que não éramos loucos/loucas e que realmente estávamos certos/certas e que ele, naquela época não compreendia o que falávamos! Que felicidade sua compreensão depois de décadas! A compreensão é como parir um filho!

E foi assim com a questão de gênero, com a questão racial, homofóbica e étnica.Quando falávamos da mulher indígena e seus direitos o mundo indigenista vinha abaixo.Precisamos avançar e crescer na compreensão das diferenças.Deve ser assim na religiosidade. Há espaço no Brasil para todos e todas, saibamos onde permanecer para ali construir raízes para as próximas décadas.Tenhamos dignidade.Vejam seus amigos e amigas de trabalho como um companheiro e não brigue pelo poder. O poder é de quem está com a verdade, com a ética, com a simplicidade, com a humildade e com o amor e cooperação no coração. Só brigam pelo poder quem está lutando para ganhar mais e mais dinheiro, mais e mais fama, mais e mais espaço.Os grandes líderes como Gandhi, Cristo, Buda, Moisés, pensadores, escritores, filósofos ficaram na história e nunca brigaram pelo poder capital. Brigaram pela ética! Há espaço para todos e todas; dividam as tarefas, deleguem poderes, dividam opiniões. O que guerreia pelo poder acaba sozinho e sozinha, como Hitler brigou pelo capital e hegemonia racial e ficou na história como um dos piores monstros do universo!

Temos dito todos os dias, abram os seus corações, amem o próximo, retirem o preconceito , a intolerância, ajudem como ajuda o passarinho do Betinho que só pode apagar um imenso incêndio com seu biquinho!Façam a sua parte! Vejam-se racistas e desamarrem essas correntes que não foram ali colocadas pelos seus e sim pelos do além-mar ou do “Além do Inferno”…

Um nobre e elevadíssimo espírito indiano que veio de grupos étnicos, chamado Swami Vivekananda, disse em 1893 em seus dircursos nos USA: “A IGNORÂNCIA É A MÃE DE TODO O MAL E DE TODA A MISÉRIA QUE VEMOS. QUE OS HOMENS TENHAM LUZ, SEJAM PUROS, ESPIRITUALMENTE FORTES E EDUCADOS.SÓ ENTÃO A MISÉRIA ACABARÁ NO MUNDO, NÃO ANTES. PODEMOS CONVERTER CADA CASA DO PAÍS EM ASILO DE CARIDADE E ESPALHAR HOSPITAIS POR TODA A TERRA, PORÉM A INFELICIDADE HUMANA CONTINUARÁ A EXISTIR ATÉ QUE O CARÁTER DO HOMEM( mulher, grifo nosso) SE MODIFIQUE.

Nossa Literatura deve ser incentivada através da Educação Indígena, no dia a dia das escolas, para que os próprios indígenas sejam realmente os interlocutores de suas culturas, tradições e visões de vida. No entanto, outro aspecto de fundamental importância há de se considerar. É a tradicionalidade do discurso oral pelos componentes mais idosos, idosas e pajés da comunidade que não podem, de forma alguma, serem ignorados. Na realidade, esse discurso é a base sólida, é a conceituação, são os princípios primordiais étnicos que fundamentam essa tradição e que fundamentarão a escrita, a partir de valores lingüísticos próprios de cada povo indígena.

E mais… Povos indígenas tem a relembrar muitos valores, princípios fundamentais na construção do caráter da humanidade.Literatura indígena um possível caminho…

Eliane Lima dos Santos ( escritora Eliane Potiguara)
www.elianepotiguara.org.br
www.grumin.org.br
INFORMA GRUMIN/REDE DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA

Imagem 040 1 2 3 - Imagem 040 1 2 3Imagem 043 1 2 3 - Imagem 043 1 2 3Imagem 030 1 - Imagem 030 1Imagem 058 1 - Imagem 058 1Imagem 062 1 - Imagem 062 1

encontro dos escritores2007 054 1 - encontro dos escritores2007 054 1encontro dos escritores2007 108 1 - encontro dos escritores2007 108 1

7 respostas to 'UM SÓ DIÁLOGO, UMA SÓ VOZ: Escritores e Ilustradores Indígenas(Um Olhar que Permanece Estancado no Ar)'

RSS | Link desta publicação

  1. DANIEL disse,

    on 11 de Junho de 2007 @ 09:48

    Eliane, gostei muito de sua refelxão. Vc foi muito feliz em sua síntese sobre nosso encontro.
    Vale acrescentar que tivemos um saldo bastante positivo, pois conseguimos que alguns editores viessem conversar conosco e “fechar” alguns trabalhos que envolverão nossos autores.
    Agradecemos o apoio de todos nossos parceiros e aliados e reafirmamos nosso compromisso de pensar o Brasil a partir do jeito indígena de ver o mundo.
    Um abraço
    Daniel Munduruku

  2. Chico Canindé disse,

    on 11 de Junho de 2007 @ 13:23

    O que falar dos falares e dizer o que dos dizeres das tantas fala que foram faladas e de tantos ditos que foram dizeres. Será que depois da supeficie da da lâmina da água existe alguma coisa? no caminho que a folha ou o corpo percorre para chegar ao fundo e bater na supeficie do fundo do lago e ser lama e ser lodo ao lado das coisas que ja se transformaram.
    Não como um corpo teimoso que quer o ar e no desespero antes de estourar os pulmões quer viver na superficie pois sabe que não é peixe e por não ser peixe sabe que bomnadador não é.
    O ser de nadador é perceber que a dor do nado surge como um grande amor invisivel na distancia ou ao lado onde alguem passa e não enxergamos.
    Mas o que palavrear de tantos palavrares, de ser e esta na luta fecunda no defender na crença que temos nossos deuses e nossas linguas mesmo que a intolerancia de laguns tenha matado por decreto.
    No snetido de sou parte molecula por molecula pedacin por pedacin naquinho por naquinho da parte que me formam sou todo e a todo momento estou no exercicio da luta pela po-Ética d’s’águas e não precisamos de ‘leis” para sermos cidadões destas terras de pindorama.
    neste olhos agrestino de ser tão calmo no atavido jeito de ser Janduis perdido mas la no fundo inda pinica a certeza de sou parte ate que me provem ao contrario de rodar a roda na contra-mecanica do subir das águas na mataça sistematica do nosso Opora verte as aguas dos oios como se fosse das cacimbas ricahos que vem dos miolos da terra esta que chamo de matria pois que estou no mundo e não tenho patria.
    Mas nos falares enquanto andares inda sei atirar de bodoque e baladeira
    e digoonom e feito com madeira de Pitombeira. Sendo do eito marco e madeiro nesta terra nesta luta sou e estou de muque e garras como qualquer Arauna. Chico Canindé

  3. Wilson Matos da Silva disse,

    on 12 de Junho de 2007 @ 11:43

    Parabens aos nossos representantes escritores! A escrita é uma das melhores forma de denuncia e conciencia dos leitores em conhecer nosssos valores, concientizar-se de nossas lutas travadas diuturnamente, para a sobrevivência de nossos povos. um forte abraço a todos em especial ao meu particular amigo Daniel Munduruku “O Caçador de cabeças).

  4. Igor Calvo disse,

    on 29 de Junho de 2007 @ 17:23

    La cultura es todo acto que el hombre realiza individual o colectivamente teniendo en su espíritu la representación de todos los seres que lo rodean. Desde la más sencilla comida hasta la más excelsa creación pictórica o literaria es cultura. Nuestros hermanos nativos de la amazonía hacen de cada día un acto cultural. El amor a la tierra (Pachamama) y a
    quienes han ido transmitiendo lo aprendido desde Ella, a través de los siglos, es cultura.
    Occidente tiene un verdadero universo en la creación de los pueblos amazónicos, en la enormidad espiritual de las etnias que sobreviven al exterminio de sistemas económicos neoliberales que no entienden el corazón del hombre, ni su razón de ser.
    Thiago de Mello nos lo enseña en “Los Estatutos del Hombre”. Allí nuestro hermano caboclo vuelca su humanidad y su sabiduría. Esa misma sabiduría y humanidad que yo encuentro en las creaciones de Eliane Lima dos Santos (Eliane Potiguara) portavoz de quienes -antes de GRUMIN- no podían ser escuchados.
    Yo apoyo la candidatura de Eliane al Premio Nobel de la Paz, porque con ella la paz no es una entelequia, sino un acto permanente de creación.
    Felicito las reuniones de nuestros hermanos indígenas para -desde allí- fortalecen su presencia en la cultura llamada “oficial”, que muchas veces se nutre de la cultura tradicional india sin que lo sepan muchos.
    Mi abrazo desde la selva peruana.Vivan los “Cazadores de Cabezas”, sobre todo de aquellas cabezas que sólo contienen aire, porque son racistas y no entienden nada.

  5. Zare Ferragi disse,

    on 12 de Julho de 2007 @ 10:36

    Pessoal,

    Vocês sabiam que ano passado a Eliana participou de um evento importante em Berlin, respondendo a 100 perguntas propostas por pessoas do mundo todo?

    Hoje as respostas estão disponíveis na Internet, eis aqui o link para uma das respostas de Eline:

    “É possível ser nativo no século 21?”

    Resposta:
    http://www.droppingknowledge.org/bin/media/show/9509.page

    Paz, paz à todos,

    Zare

  6. Deusarino de Melo disse,

    on 12 de Janeiro de 2008 @ 19:17

    Parabéns! À Eliana e a todos os escritores que dão evidência à situação dos indígenas, não só no Brasil, mas na América do Sul e em todo o planeta. Eu sou desdecente de indígenas do Pará, pois minha mãe vem de famílias indígenas de Juruti Velho. Desde criança eu sinto, no sangue, na mente, no coração, as tradições indígenas, sempre ocultadas pelos conhecedores para que não fossem divulgadas e se tornassem de domínio público. Quem é que conhece a vaidade dos indígenas? Quem tem sapiência acerca dos fetiches sexuais das tribos? Quem entende a heterogamia na maloca? Quem entende a mulher indígena? Quem buscou saber por que o ídios apreciam estar calçados só de meias ou de meias e chinelos (hoje de Havaianas) ? Quem verificou que esse costume passou para as populações ribeirinhas da Amazônia ou veio para lá trqazida de outros locaIs ? Se assim não fosse, por que estariam na mesma condição de costume de uso de meias (ou calcetines) os colombianos, venezuelanos, chilenos, peruanos, portoriquenhos, barbadianos, mexicanos, povos das Guianas etc.? E aí, saber: Essa moda, se assim podemos falar, veio de lá para o Brasil ou saiu do Brasil para lá? O fato é que ela existe, mas muito pouca, pouquíssima gente sabe disso, ou se interessou por isso, e, diga-se de passagem, quando se interessou foi para fazer chacota, taxar de ¨palhaços¨e fazer críticas. Tratem de pesquisar com mais argúcia e cheguem a conclusões verdadeiras e legítimas, capazes de desvendar muito de nossa ancestralidade emuito de nossos mitos e fantasisas sexuais, que, por via mental foram adquiridas do centro da selva e dos topos andinos por assimilação. Isto é: Um pensamento, uma idéia, um costume, é emitido, vibrado, mentalmente e vai ser assimilado, também mentalmente, por criaturas em locais até mesmo muito distantes dali, do local de emissão. É um fenômeno natural. Faz parte da Física e também da Metafísica. Mas aqui o que interessa é pesquisar as origens dos mitos e dos costumes desconhecidos de nossos ancestrais indígenas, pouco conhecidos e quase nunca divulgados entre nossos contemporâneos. Feliz 2008!

  7. Prolan disse,

    on 5 de Agosto de 2008 @ 09:45

    ETR6zO re re re
    GAV GAV

Deixe uma resposta.