Minas sedia 1ª Taça das Nações Indígenas de Futebol

Enviado em Questão Indígena de GRUMIN | 15 de Janeiro de 2007 @ 23:22
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Cerca de 600 índios de 23 etnias e oitos estados brasileiros disputam, de 18 a 21 de janeiro,

zarabatanapeq - zarabatanapeq
em Juiz de Fora (MG), a 1ª Taça das Nações Indígenas de Futebol. O evento será realizado pelo Ministério do Esporte, com a parceria do Instituto Cidade e com apoio da Universidade Federal e da prefeitura de Juiz de Fora, do Conselho Intertribal e do Exército Brasileiro. Serão destinados cerca de R$ 418 mil, sendo R$ 44 mil referentes à contrapartida do Instituto Cidade.
A competição não irá se limitar à prática esportiva. Além do futebol de campo, os indígenas vão trocar informações, conhecimentos e terão contato com moradores da região mineira. Após as partidas, haverá apresentações de dança e artesanato. São esperadas aproximadamente duas mil pessoas em cada dia da Taça das Nações.
Segundo Ivone Cogo, organizadora do torneio pelo Ministério do Esporte, o sucesso da competição está garantido, já que milhares de espectadores devem comparecer às atividades. Além disso, diz Ivone, é uma oportunidade
rara de encontro entre indígenas, moradores, estudantes e professores. “O contato é uma oportunidade única, afinal, entrar e conhecer uma tribo não é algo simples”, comenta.
Representando o Instituto Cidade, a coordenadora Mariângela Nascimento acha que o município de Juiz de Fora acolhe bem as diversidades socioculturais. “A cidade tem movimentos sociais fortes. Com certeza a comunidade local abraçará mais um”, comemora. Para ela, trabalhar em projetos culturais é um grande orgulho. “Participar de iniciativas onde existam encontros entre povos é uma experiência de vida e um aprendizado enorme”, explica.
O Instituto Cidade é uma OSCIP que trabalha com o resgate cultural. Parceira do Ministério do Esporte no Programa Segundo Tempo, a instituição atende cerca de mil crianças em cinco núcleos em Juiz de Fora dando reforço escolar, alimentar e prática esportiva. (Ministério dos Esportes)
Fonte: Gazetaweb.com
INFORMA GRUMIN/REDE DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA

7 respostas to 'Minas sedia 1ª Taça das Nações Indígenas de Futebol'

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  1. on 6 de Dezembro de 2007 @ 06:17

    apoio tudo que vcs estão fazendo. estão de parabéns, eu também sou mineira, e amo os indio

    abraços

    geanete

  2. Ednaldo Herculano de Miranda Junior disse,

    on 25 de Julho de 2008 @ 09:26

    Sou treinador de natação de competição,
    conheci o senhor Carlos Matekin em Brasilia
    e tenho interesse em trabalhar com natação para indígenas em Brasilia.
    Isto é possivel?
    Quais são os procedimentos a serem tomados, para onde devo me dirigir?
    Me coloco a disposição e aguardo retorno breve.
    Obrigado!
    Prof. Ednaldo Herculano de Miranda Junior

  3. Alves disse,

    on 20 de Novembro de 2008 @ 01:18

    Sim, conheço esse cidadão, ele pratica atos ilicitos juntamente com um homem que se identifica como pastor, o mesmo é alto e moreno, conforme descrito.

    Esse senhor Carlos Rosas, ou Matekin, como é conhecido, (que já tem uma certa idade, e é baixo moreno de cabelos brancos), tentou aplicar alguns golpes aqui no Rio de janeiro, vendendo LTN’S falsas (letras do tesouro nacional) que não pertenciam a ele, mas não conseguiu. Dizem que é um homem sem escrúpulos e que também é perigoso devido ao fato de sempre relacionar-se com traficantes de drogas aqui do Rio de Janeiro.

    Assim, prestem atenção! o nome dele é Carlos Matekin, Carlos Rosas ou Matekin fiquei sabendo que estaria em Brasília.

    Eu já o vi por aqui, espero que minhhas informações tenham ajudado a identificar esse senhor, pois muitas pessoas já cairam no golpe acreditando em sua suposta boa-fé.

    Um Abraço a todos!

    Dr. Rogério Alves.

  4. Ednaldo disse,

    on 25 de Novembro de 2009 @ 18:03

    Muito obrigado pela informação.

  5. claudia disse,

    on 19 de Fevereiro de 2010 @ 21:44

    Há um grande engano quanto a intriga que estão fazendo com Carlos Matrekin. Eu o conheço pessoalmente há quase trinta anos e nunca vi nada de perigoso ou imoral na sua pessoa. É certo que ele é realmente um pajé e já salvou muita gente de doenças que não tem cura pela medicina tradicional. Sou testemunha que se ele não cura pelo menos alonga os anos de vida dos doentes e os livra de tratamentos dolorosos com radiação e outras medicações. Tenho um grande carinho por sua pessoa e sei que ele tem sua família i.é. mulher, filhos e netos de quem cuida com dedicação. Já trabalhamos juntos em assuntos indigenistas e se não é uma companhia perfeita ao menos é humano. Deixem-no em paz.

  6. claudia disse,

    on 19 de Fevereiro de 2010 @ 21:45

    Há um grande engano quanto a intriga que estão fazendo com Carlos Mat
    ekin. Eu o conheço pessoalmente há quase trinta anos e nunca vi nada de perigoso ou imoral na sua pessoa. É certo que ele é realmente um pajé e já salvou muita gente de doenças que não tem cura pela medicina tradicional. Sou testemunha que se ele não cura pelo menos alonga os anos de vida dos doentes e os livra de tratamentos dolorosos com radiação e outras medicações. Tenho um grande carinho por sua pessoa e sei que ele tem sua família i.é. mulher, filhos e netos de quem cuida com dedicação. Já trabalhamos juntos em assuntos indigenistas e se não é uma companhia perfeita ao menos é humano. Deixem-no em paz.

  7. Magdalena disse,

    on 22 de Maio de 2010 @ 14:35

    Prezados Senhores administradores deste site.
    A calúnia e difamação é crime e, portanto, devem ter cuidado com esse tal de Alves que fala do que não conhece. Esse sim é perigoso, pois fala sem provas e pode incriminar pessoas baseado possivelmente em questões de ordem pessoal.
    O Sr. Matekin é um índio de fato, conhecedor de ervas e autêntico defensor da cultura indígena. eu o conheci pessoalmente no Rio de Janeiro e sei que se trata de uma pessoa digna.
    Lamentável que tenha confiado em algumas pessoas que o ofereciam diversas maneiras de contribuir com seus projetos, devido a sua ingenuidade em acreditar em gente mal intencionada.
    É uma pena que a humanidade anda tão ruim assim.

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