Ashoka Opinião (empreendedorismo social)
Desenvolvimento Econômico
A Ashoka considera que sem combater a desigualdade econômica é impossível resolver o problema da desigualdade social.
Por isso, lançou iniciativas que têm por objetivo contribuir para a construção de uma sociedade em que a cidadania econômica seja um direito de todos. Saiba quais são essas iniciativas em Por dentro da Ashoka.
Na seção Em foco, Celso Greco comenta que no Brasil, os índices de crescimento econômico convivem com os contrastes sociais e informa que o país sediará, em 2007, um evento inédito: o Fórum Financeiro Socioambiental, que discutirá o papel do sistema financeiro nas transformações sociais.
A colaboração entre os setores social e empresarial a longo prazo, com foco na promoção das competências-chaves de ambos os setores, pode ser o melhor caminho para transformar positivamente as economias e as condições de vida das comunidades de baixa renda. Leia o artigo de Valeria Budinich na seção Ashoka Global.
Em Opinião, Anna Penido comenta que o plano de negócios com o qual conquistou o primeiro lugar no Prêmio Empreendedor Social Ashoka McKinsey de 2001 não apenas foi implementado com sucesso, como se expandiu para além do previsto, ampliando a ação de sua organização, a CIPÓ – Comunicação Interativa.
Raquel Barros, da Associação Lua Nova, comenta o projeto colaborativo que resultou na criação de três marcas de jóias de vidro e papel em conjunto com duas outras integrantes da rede da Ashoka: Leila Novak, do Projeto Curumim, e Lara Dee, da organização Beleza e Cidadania. Confira na seção Rede.
Com um plano de negócio para expandir seu sistema de produção agropecuária com tecnologias sociais para 870 municípios dos 27 estados do Brasil, a Agência Mandalla DSHA, de Willy Pessoa, foi a grande vencedora do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-McKinsey 2006. Leia na seção Em campo.
Dois grandes pioneiros da economia solidária no Brasil comentam suas experiências em um rico diálogo na seção Pingue-Pongue: Nelsa Nespolo, da Cooperativa Univens, de Porto Alegre RS, e João Joaquim de Melo Neto, do Banco Palmas, de Fortaleza CE.
INFORMA GRUMIN/REDE DE COMUNICAÇÃO INDÍGENAS